Home Data de criação : 08/02/20 Última atualização : 09/07/06 23:32 / 791 Artigos publicados
 

Esporte Internacional

INTERNACIONAL  (Esporte Internacional) escrito em domingo 05 julho 2009 19:12

CAMPEONATO ARGENTINO 2009:

VELEZ VENCE E GARANTE O TÍTULO DO CLAUSURA ARGENTINO

Vélez Huracán

 Sobrou emoção na decisão do Clausura na Argentina. Em um jogo cheio de polêmicas, o Vélez Sársfield venceu o Huracán por 1 a 0 e conquistou seu sétimo título nacional. O principal responsável pela vitória foi o atacante Maxi Morález, autor do gol da vitória aos 39 minutos do segundo tempo.

O jogo

Em um confronto direto de líder e vice-líder na última rodada, o Vélez precisava vencer para ultrapassar o adversário na classificação. No entanto, a primeira boa oportunidade foi criada pelo Huracán. Aos 8 minutos de jogo, Dominguez desviou de cabeça um cruzamento da esquerda. O jogador estava em posição legal, mas o árbitro anulou erradamente por impedimento.
Onze minutos depois, o encontro foi interrompido. Uma forte chuva de granizo caiu sobre o estádio José Amalfitani e as equipes voltaram aos vestiários enquanto não houvesse condições de jogo.
Com o reinício da partida, o Vélez passou a criar as melhores oportunidades. O momento mais agudo ocorreu aos 24 minutos do primeiro tempo. López teve um pênalti à disposição, mas Monzón espalmou para escanteio. No lance seguinte, Araújo salvou em cima da linha. O Huracán acertou o travessão adversário aos 44 minutos.
No segundo tempo, o Vélez intensificou sua pressão. As condições ruins do gamado e o nervosismo dos jogadores das duas equipes impediram que a partida fosse tecnicamente boa.
Assim, o gol surgiu mais na garra do que na técnica. Aos 39 minutos, Larrivey e Monzón se chocaram e a bola sobrou para Maxi Morález, que tocou para o gol do Globo. Na comemoração, o jogador foi expulso por tirar sua camisa.
Com um a mais e precisando do empate, o Globo passou a buscar o gol. O jogos e tornou violento, com confusão entre torcedores e policiais nas arquibancadas e várias interrupções em campo por rixas entre jogadores. A partida foi até os 59 minutos do segundo tempo, mas o Huracán não conseguiu a igualdade.
Com a vitória, o Vélez pulou a 40 pontos, dois a mais que Huracán e Lanús. Foi o sétimo título argentino do clube, o primeiro desde o Clausura 2005. O Globo continua em seu longo jejum. O último título foi no metropolitano (primeiro semestre) de 1973.

VÔLEI:

SELEÇÃO BRASILEIRA PERDE PARA A FINLÂNDIA

seleção brasileira de vôlei

Apesar da boa partida de Giba o Brasil foi derrotado

Na comparação com o time que aplicara parciais de 25/19, 25/15 e 25/23 sobre a Finlândia na última sexta-feira, a seleção brasileira de vôlei masculina parecia outra neste sábado. Ao final, uma virada por 3 a 2, com parciais de 22/25, 23/25, 25/22, 25/22 e 17/15, não só tirou a invencibilidade do time comandado por Bernardinho na Liga Mundial como impediu que a classificação antecipada na fase final fosse garantida.

Após atropelar a Finlândia por sets diretos no dia anterior, o Brasil voltou à quadra em Tampere e repetiu alguns dos erros que já haviam sido mostrados em 19 de junho, quando os escandinavos também haviam forçado um tie-break no primeiro encontro realizado em Brasília.

Diferentemente daquela partida disputada no ginásio Nilson Nelson, desta vez os finlandeses sobressaíram também no momento de definição. Animados com os triunfos nos terceiro e quartos sets, eles mantiveram a quinta parcial equilibrada até o 19º ponto, quando um grande saque de Matti Oivanen explodiu no peito de Murilo, que não teve resposta. Com isso, os mandantes abriram 11/9 e depois 13/10. Sem desistir, os visitantes voltaram ao jogo com um belo serviço de Giba e dois bloqueios de Leandro Vissotto, mas desperdiçaram um match-point após um ataque errado de seu capitão e pagaram caro por isso..

Ainda vice-líderes do Grupo D, os europeus aumentaram suas chances de avançar à fase final, porém seus dez pontos ainda estão muito longe dos 21 somados pelo grupo verde e amarelo. Não é por isso, de qualquer forma, que os brasileiros deixarão de lamentar a derrota, que acaba com as chances de vaga antecipada. Caso tivessem vencido, eles poderiam se garantir na próxima etapa do evento, contanto que a Polônia não batesse em casa a Venezuela, em confronto que encerra a rodada. Terceiros colocados da chave, os poloneses somam oito tentos, enquanto que os venezuelanos, cinco.

 

TÊNIS:

FEDERER BATE RODDICK NA FINAL, SUPERA SAMPRAS E VOLTA A SER Nº1

roger federer é campeão pela 6ª vez em wimbledon

Roger Federer comemora o título

O suíço Roger Federer conquistou o hexacampeonato de Wimbledon na tarde deste domingo. Com o triunfo sobre o norte-americano Andy Roddick na decisão, o tenista supera o também norte-americano Pete Sampras e se torna o maior vencedor de Grand Slams da história, além de retomar a liderança do ranking mundial.

Longe de Wimbledon desde que foi eliminado na segunda rodada da edição de 2002, Sampras voltou para acompanhar o 15º título de Grand Slam de Roger Federer. Superado apenas pelos sete títulos do norte-americano, o suíço é o segundo maior vencedor do torneio na era profissional.
Após sete decisões consecutivas, Roger Federer estabelece um recorde em Wimbledon de 48 vitórias nas últimas 49 partidas disputadas na competição. Em 20 finais de torneios do Grand Slam, o espanhol Rafael Nadal foi o único capaz de vencer o tenista suíço.
Superado pelo jovem rival na decisão do ano passado, Federer desbanca o adversário e retoma a liderança do ranking mundial. Desta forma, o suíço inicia sua 238ª semana no topo da lista da ATP e parte em busca do recorde de 286 semanas estabelecido por Pete Sampras

 
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Federer beija a taça de Wimbledon pela sexta vez


Nesta temporada, o novo líder do ranking mundial ostenta um retrospecto de 19 confrontos sem derrota. O último tenista a superar Roger Federer foi o sérvio Novak Djokovic, que eliminou o suíço por 2 sets a 0 na semifinal do Masters 1000 de Roma, no começo de maio.
No confronto direto contra Andy Roddick, Federer abre uma vantagem de 19 a 2. O Aberto dos Estados Unidos de 2003 é o único título de Grand Slam do norte-americano. Diante de Roger Federer, ele perdeu as finais de Wimbledon em 2004, 2005 e 2009. Na decisão do Aberto dos Estados Unidos de 2006, também caiu contra o suíço.

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Andy Roddick lamenta a derrota após de mais de quatro horas de jogo


Apesar do favoritismo absoluto de Roger Federer na decisão, Roddick iniciou a partida em vantagem. O tenista dos Estados Unidos quebrou o saque do suíço no último game do set e venceu a primeira parcial. Sentado na tribuna que reuniu astros como Rod Laver, Bjorn Borg, Sampras sorriu.
No segundo set, Andy Roddick desperdiçou uma grande oportunidade. Sem quebras de saque, a decisão foi para o tie-break. O norte-americano chegou a abrir 6/2, mas perdeu todas as chances de fechar a parcial. Federer marcou oito pontos consecutivos empatou a partida.
Apesar do vacilo, o tenista dos Estados Unidos manteve o controle durante o terceiro set e o jogo permaneceu equilibrado. Federer teve chances de quebra quando vencia por 3/2, mas não conseguiu aproveitá-las e a decisão foi para o tie-break novamente. Roddick esboçou uma reação no final, mas acabou superado.
O norte-americano mostrou poder de reação e empatou o duelo novamente ao vencer o quarto set. No momento em que abriu 3/1, Roddick vibrou muito e confirmou seu saque na sequencia. Ele sustentou a vantagem até o final e provocou a realização do quinto e decisivo set.
No início da parcial, Federer teve um break-point logo no segundo game, mas não conseguiu aproveitar. Sem tie-break, o último set foi longo e extremamente disputado. Com o placar em 8/8, Roddick perdeu duas chances para quebrar o rival. Com 15-14, o suíço teve um novo break, o norte-americano errou e perdeu o jogo.

Os 15 Grand Slams de Roger Federer
ABERTO DA AUSTRÁLIA - 2004, 2006, 2007
ROLAND GARROS - 2009
WIMBLEDON - 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009
ABERTO DOS ESTADOS UNIDOS - 2004, 2005, 2006, 2007, 2008

Fonte: esporte.ig.com.br

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INTERNACIONAL  (Esporte Internacional) escrito em sexta 03 julho 2009 05:03

LIBERTADORES 2009:

CRUZEIRO EMPATA NO OLÍMPICO E SEGUE EM BUSCA DO TRICAMPEONATO

 Wellington Paulista (9): dois gols decisivos

Welington Paulista (9), marcou os dois gols da raposa

Deu Cruzeiro. É o time mineiro que será o responsável por representar o Brasil na final da Taça Libertadores da América, contra os argentinos do Estudiantes, nos dias 8 e 15 de julho. O clube de Belo Horizonte empatou com o Grêmio por 2 a 2 na noite desta quinta-feira, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, e agora vai em busca do tricampeonato da competição – já levantou o caneco em 1976 e 1997. No duelo de ida, em Minas Gerais, a Raposa havia vencido por 3 a 1.
No ano do bicampeonato, por coincidência, o Cruzeiro também eliminou o Grêmio durante a campanha. Só que foi nas quartas-de-final. Na ocasião, o técnico celeste era Paulo Autuori, agora no clube gaúcho. Outra curiosidade é que Wellington Paulista, autor dos dois gols mineiros, esteve para fechar com o Tricolor no começo deste ano. Depois de estar bem perto de assinar, no entanto, ele optou pela Raposa.
A presença de um time brasileiro na decisão da Libertadores tem se tornado praxe nos últimos anos. Desde 2005 é assim. Naquele ano, o campeão São Paulo venceu o também brasileiro Atlético-PR. No ano seguinte, o time do Morumbi perdeu do compatriota Internacional. Em 2007, o Grêmio foi vice do Boca Juniors, feito repetido pelo Fluminense, derrotada pela LDU, na temporada passada.
Os pontos negativos da partida desta noite foram a confusão entre torcedores que tinham ingressos, e não conseguiram entrar, com a Brigada Militar, e a lamentável atitude de alguns torcedores do Tricolor, que fizeram som de macaco quando Elicarlos substituiu Gerson Magrão no Cruzeiro. No jogo da semana passada, o volante acusou o argentino Maxi López de racismo e o caso foi até parar na delegacia.
A torcida da Raposa também provocou no final do primeiro tempo, mas com bom humor. Localizados atrás de um dos gols, os cruzeirenses imitaram a tradicional avalanche que os tricolores costumam fazer atrás do gol oposto quando sai gol. Naquele momento, a partida já estava 2 a 0 para o clube mineiro.
Antes da primeira final da Libertadores, na Argentina, o Cruzeiro volta a jogar pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, às 16h, contra o Goiás, fora de casa. O time celeste é o nono colocado no Nacional, com 10 pontos. O Grêmio, por sua vez, joga em casa, diante do Atlético-PR. O Tricolor tem nove pontos, em 14º lugar.

Pressão do Grêmio para na eficiência celeste
A torcida do Grêmio fez a sua parte. Lotou o estádio Olímpico, cantou efusivamente antes do jogo e explodiu de emoção com a entrada do time em campo. Contagiados por esse clima, os jogadores tricolores foram para cima do Cruzeiro logo no primeiro minuto. Fábio Santos cruzou para Herrera cabecear. Mas o argentino fez falta.
Por um momento, a equipe mineira se perdeu em campo, assustada com o ímpeto ofensivo dos gaúchos. Aos 4 minutos, por exemplo, Ramires deu passe errado no meio-campo e colocou Souza em ótima condição. O goleiro Fábio, porém, foi mais esperto e saiu do gol com os pés para afastar o perigo.
O Cruzeiro parecia cada vez mais nervoso, e aos 11 minutos um novo erro celeste permitiu uma boa jogada de ataque do Grêmio. Wagner perdeu a bola no meio-campo e Souza lançou Maxi López, que avançou no contra-ataque, se livrou de um marcador e chutou por cima do gol defendido por Fábio.
Dos 19 aos 23 minutos, a pressão gremista foi intensa, sufocante. Tudo começou com Souza. O meia cobrou falta para área e a zaga da Raposa afastou. Na cobrança do escanteio, Herrera acabou ficando com sobra e chutando da pequena área. A defesa novamente salvou. Tcheco então cruzou para Maxi López cabecear rente ao travessão.
O último lance de perigo desse bom momento gaúcho foi aos 23 minutos. Herrera deu ótimo lançamento para Tcheco na esquerda, o meia cruzou para Fábio Santos, mas o lateral chutou mal, por cima do gol. Aos 28 minutos, muita reclamação. Leonardo Silva agarrou Herrera na grande área, mas o colombiano Oscar Ruiz nada marcou.
Seria a chance de o Grêmio tentar uma reação, porque o Cruzeiro seria fatal logo em seguida. Após conseguir esfriar o jogo do adversário, a equipe mineira conseguiu abrir o placar em ótima jogada de Kléber. O atacante recebeu de Jonathan após lateral e cruzou para Wellington Paulista marcar aos 34 minutos.
O próprio Wellington Paulista foi o responsável por melhorar ainda mais a condição do time mineiro na partida. E apenas dois minutos depois. Depois de cruzamento de Jonathan da direita, o atacante aproveitou vacilo da defesa tricolor e cabeceou, sem chances para o goleiro Victor. A partir daí, o Grêmio precisaria de cinco gols.

Quarenta e cinco minutos de um jogo decidido
A necessidade de fazer cinco gols no segundo tempo deixou os gremistas nervosos em campo. Cada troca de passes envolvente do Cruzeiro era interrompida por uma falta. Equilibrado e tranquilo, o time de Adilson Batista não se abateu nem com a perda do seu melhor zagueiro. Antes dos cinco minutos, Leonardo Silva machucou o tornozelo esquerdo e não conseguiu voltar. Anderson, único defensor à disposição no banco, o substituiu.
A torcida tricolor percebeu que o time só encontraria um rumo se recebesse apoio. E foi o que aconteceu. Aos sete, Herrera recebeu lançamento na ponta direita, invadiu a área em velocidade e bateu cruzado. Fábio defendeu com um tapa e desviou pela linha de fundo. A partir deste lance o Grêmio viu na bola aérea o caminho mais curto para tentar um virada histórica. O começo foi bom. Tcheco cobrou escanteio, Réver subiu no meio da zaga adversária e acertou o canto esquerdo de Fábio, aos nove. A avalanche voltou a ganhar peso na geral do estádio Olímpico: 2 a 1.
O gol dos donos da casa trouxe ânimo, mas como a pressão não se transformou em bola na rede, a vontade passou da conta. Aos 14, Wagner puxava contra-ataque perigoso e foi violentamente atingido pelo volante Adilson. O jogador recebeu cartão vermelho direto do árbitro Oscar Ruiz, deixou o campo batendo no peito e aplaudido pela torcida.
Com um homem a menos, o Grêmio parou de atacar por pelo menos dez minutos e permitiu que ao adversário tocasse a bola e fizesse o tempo passar. Adilson Batista promoveu alterações. Sacou Gerson Magrão para a entrada do volante Elicarlos, enquanto Wellington Paulista deu lugar a Thiago Ribeiro. O Imortal não desistiu de buscar um milagre. Aos 29, Fábio Santos recebeu na entrada da área, teve a chance de chutar, mas preferiu tocar para Souza. O camisa 8 dominou, olhou o posicionamento de Fábio e acertou o canto esquerdo do goleiro: 2 a 2 com direito a golaço, e Olímpico em chamas. Não foi suficiente. Além de um forte Cruzeiro, os gaúchos tinham o relógio como adversário impiedoso.

A cor do Brasil na final da Libertadores é o azul celeste.

Fonte: esporte.ig.com.br

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INTERNACIONAL  (Esporte Internacional) escrito em quarta 01 julho 2009 23:49

BRASIL VOLTA A ASSUMIR A LIDERANÇA DO RANKING DA FIFA

lucio taça

Título da Copa das Confederações deu o 1º lugar

A seleção brasileira reassumiu nesta quarta-feira a liderança do ranking da FIFA, após conquistar a Copa das Confederações, no último domingo, na África do Sul. O Brasil, que assume a ponta do ranking pela primeira vez desde 2007, subiu quatro posições para desbancar a Espanha, que liderava desde a Eurocopa do ano passado.

A seleção brasileira tem agora 1.672 pontos no ranking, contra 1.590 da Espanha. Na terceira posição está a Holanda, com 1.379 pontos, enquanto a Itália, atual campeã mundial, mas que não passou da primeira fase na Copa das Confederações, aparece em quarto, com 1.229.

A quinta colocação ficou com a Alemanha, com 1.207 pontos, e a Rússia aparece logo em seguida, com 1.161. A Inglaterra está em sétimo, com 1.135 pontos, enquanto a Argentina, que tropeçou recentemente pelas Eliminatórias e não disputou a Copa das Confederações, ficou apenas em oitavo, com 1.091.

A França, que tem 1.082 pontos, e a Croácia, que está com 1.031, fecham a lista das dez melhores seleções do mundo atualmente, de acordo com a Fifa.

Classificação:

1. Brasil 1.672 pontos.
2. Espanha 1.590.
3. Holanda 1.379.
4. Itália 1.229.
5. Alemanha 1.207.
6. Rússia 1.161.
7. Inglaterra 1.135.
8. Argentina 1.091.
9. França 1.082.
10. Croácia 1.031

 

LIBERTADORES 2009:

ESTUDIANTES VENCE MAIS UMA, FORA DE CASA E ESTÁ NA FINAL

comemoração do time argentino

Atletas argentinos comemoram por serem finalistas

Mesmo sem contar com seu principal jogador, o experiente meia Juán Sebastián Verón, o Estudiantes encarou um estádio Centenário lotado e derrotou na noite desta quarta-feira o Nacional, do Uruguai, por 2 a 1, garantindo a primeira vaga à decisão da Copa Libertadores da América desta temporada de 2009. O protagonista da partida acabou sendo o atacante Mauro Boselli, autor dos dois tentos argentinos no duelo.

Com um lugar na final da maior competição sul-americana, o Estudiantes aguarda a definição da outra semifinal, que será disputada nesta quinta-feira entre Grêmio e Cruzeiro, no estádio Olímpico, em Porto Alegre. Na primeira partida, a Raposa bateu os gaúchos por 3 a 1 e possui a vantagem de sofrer uma derrota simples para confrontar os argentinos na final.
O Estudiantes brigará pela sua quarta conquista continental. O tricampeonato ocorreu nos anos de 1968, 1969 e 1970, contando com a presença de Juan Ramón Verón, pai do atual meia argentino, no comando do setor ofensivo da equipe. Dessa forma, o clube de La Plata retorna à decisão da competição após 38 anos, eliminando seu algoz na finalíssima da Libertadores de 1971.

Fonte: esporte.ig.com.br

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INTERNACIONAL  (Esporte Internacional) escrito em quarta 01 julho 2009 00:36

KAKÁ É APRESENTADO AOS TORCEDORES DO REAL MADRID

Apresentação de Kaká no Real Madrid

Brasileiro mostra a camisa 8 com seu nome

Até Kaká se espantou com o tamanho da festa feita pelo Real Madrid para recebê-lo no estádio Santiago Bernabéu, nesta terça-feira. "A única que eu lembro de ter visto parecida foi a do Ronaldinho", disse o brasileiro, citando a apresentação do antigo colega ao desembarcar no Milan.

Outro que ficou impressionado foi Di Stéfano, maior ídolo da história do Real Madrid. Ele conversou com o brasileiro durante a festa e disse que não esperava tanta gente nas arquibancadas. "Isso aqui está parecendo o Maracanã lotado", brincou.

Na entrevista coletiva concedida após a festa, Kaká explicou que concordou em deixar o Milan porque percebeu que sua negociação ajudaria o clube a amenizar os efeitos da crise econômica. O destino, porém, nunca esteve em discussão. "Se um dia eu tivesse que sair do Milan, eu gostaria de jogar no Real Madrid. E o meu desejo prevaleceu".

 
Kaká veste a camisa 8 no Santiago Bernabeu e saúda a torcida do Real Madrid


O brasileiro ainda explicou por que escolheu o clube espanhol e rejeitou outras propostas, por exemplo a do Chelsea. "O Real Madrid tem um fascínio no meio futebolístico. Ao conversar com os jogadores a gente sente isso".

O projeto do clube, guiado pelo presidente Florentino Pérez, também pesou. "Florentino é um presidente vencedor. E isso se confirma com a contratação de um jogador como Cristiano Ronaldo", afirmou Kaká, citando pela primeira vez o astro português, seu futuro companheiro de clube.

No que depender de Kaká, aliás, suas novas parceiras serão bem-sucedidas. "Ele (Cristiano Ronaldo) estava muito bem no Manchester United, mas não é só ele. O Raúl conquistou muitos títulos com esse clube, também. E outros jogadores ainda podem chegar".

Como defendeu a seleção brasileira na Copa das Confederações, Kaká ganhou alguns dias a mais de férias e só se apresenta a seu novo clube no dia 27 de julho. "Eu vou me apresentar, fazer os jogos de pré-temporada e aí será natural até chegar o primeiro gol com a camisa do Real Madrid", concluiu.

Fonte: esporte.ig.com.br

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INTERNACIONAL  (Esporte Internacional) escrito em domingo 28 junho 2009 21:49

COPA DAS CONFEDERAÇÕES 2009:

COM VIRADA EMOCIONANTE, BRASIL VENCE O EUA E GARANTE O TÍTULO

Lúcio levanta a taça, pela primeira vez, como capitão

O Brasil sofreu mais que o esperado, mas parou a zebra norte-americana. Com uma emocionante vitória de virada por 3 x 2, no estádio Ellis Park, em Johanesburgo, a seleção brasileira derrotou os Estados Unidos e conquistou, pela terceira vez na história, o título da Copa das Confederações, torneio que já vencera em 1997 e 2005.

O resultado consolida o ótimo momento vivido pela equipe de Dunga, que não perde desde o dia 15 de junho de 2008 (2 x 0 para o Paraguai, em Assunção), soma oito vitórias seguidas e lidera as Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2010. O título deste domingo é o segundo do técnico em dois torneios disputados desde que assumiu o comando da equipe, depois da Copa de 2006 — ele venceu também a Copa América de 2007.

A seleção norte-americana, que chegou a estar vencendo por 2 x 0 no intervalo, cai na decisão depois de ter eliminado as outras duas principais favoritas ao título. Na primeira fase, ficou à frente e tirou a disputa ninguém menos do que a Itália, atual campeã do mundo. Depois, na semifinal, bateu por 2 x 0 a Espanha, que até então ostentava uma histórica série de 35 jogos invicta.

Mesmo no primeiro tempo, o Brasil teve mais posse de bola e criou mais chances do que os norte-americanos. Várias das oportunidades, porém, pararam nas boas defesas do goleiro Howard. E, nos contra-ataques, em duas belas jogadas, os EUA acabaram marcando seus dois gols. O primeiro de Dempsey, aos 10 minutos, e o segundo de Donavan, aos 27.

luis fabiano

Luiz Fabiano marca duas vezes e cumpre promessa de um gol por jogo

Na segunda etapa, Luis Fabiano diminuiu ao acertar um chute logo aos 40 segundos. O empate chegou apenas aos 29, depois que Dunga já havia substituído André Santos e Ramires por Daniel Alves e Elano, respectivamente. De novo, quem marcou foi Luis Fabiano, desta vez de cabeça. E o gol da virada — e do título — foi de Lúcio, também de cabeça, aos 40.

O Jogo
Um verdadeiro cadeado trancou a passagem do Brasil assim que o árbitro Martin Hansson apitou o início da decisão das Confederações. Com sete jogadores de branco bloqueando o meio-de-campo, a equipe trajada de camisa amarela e shorts e meiões azuis encontravam enorme dificuldade para ganhar espaço no gramado.

A única saída para o Brasil driblar esse ferrolho era acelerar a velocidade do passe e do ataque, especialmente pelas laterais. Pela direita, Maicon era quem mais se destacava, mas não vinha conseguindo direcionar os cruzamentos para os parceiros de amarelo. Gigante, o zagueiro Oguchi Onyewu atraía a bola para sua cabeça e com ela afastava o perigo que rondava o gol defendido por Tim Howard.

Tranquilos na defesa, os norte-americanos ensinaram para o Brasil como deveria ser feito. Em uma jogada rápida pela direita aos 9 minutos, o lateral Jonathan Spector acertou um cruzamento para Clint Dempsey. O meio-campista se antecipou à marcação e desviou. Não acertou em cheio, mas o toque foi suficiente para jogar a bola longe do alcande de Júlio César. O goleiro brasileiro se estirou todo, mas apenas o pescoço e os olhos esticados alcançaram visualmente a bola, que morreu nas redes.

O Brasil aprendeu: se o meio estava bloqueado, as alas eram as alternativas. E as laterais do gramado permitiram duas boas jogadas: uma com Robinho pela esquerda e outra com Maicon, após receber passe de calcanhar de Kaká. Mas Howard era a segunda barreira a ser vencida.

Aos 25 minutos, o Brasil foi com tudo para o ataque em uma cobrança de escanteio. Maicon pegou mal na bola, que atravessou toda a grande área e caiu nos pés da zaga norte-americana. O meio-campo, agora, estava aberto: contra-ataque, 2 contra 2. Era a chave que os Estados Unidos precisavam para complicar e muito a situação brasileira. Charlie Davies disparou pela direita e rolou para a meia-lua, de onde Landon Donovan driblou Ramires e bateu firme, cruzado. Júlio César, de novo, nada pôde fazer.

A essa altura, os Estados Unidos se fecharam ainda mais. A seleção brasileira tinha vários problemas para sair jogando até mesmo em seu campo de defesa. Eram 11 marcadores vestidos de branco. Apenas jogadas com chutes de muito longe ou velocidade pelas laterais davam um alento. Howard fazia questão de frustrar todos os ataques, com um excelente posicionamento.

Foram precisos 15 minutos para o Brasil se reestruturar. Depois que a bola rolou no segundo tempo, o que não foi feito em 45 minutos saiu em 30 segundos. Jogada rápida pela direita, Maicon encontrou Luís Fabiano na área. O camisa 9 girou sobre a marcação de Jay DeMerit e bateu firme e forte, rasteiro: gol brasileiro. A vantagem das zebras diminuía para 2 a 1. A velocidade do lance impediu que a barreira branca se formasse.

Por uma vez em uma hora de jogo, o Brasil conseguiu acertar jogadas aéreas aos 13. Após cobrança de escanteio, Lúcio cabeceou firme e Howard espalmou. Dois minutos depois, Kaká cabeceou no travessão e Howard tira a bola de dentro do gol. Os auxiliares não viram o gol que daria o empate ao Brasil.

Uma grande chance apareceu para Luís Fabiano aos 25 minutos do primeiro tempo. O capitão Lúcio saiu da defesa, avançou ao ataque e lançou o camisa 9, que foi parado pela muralha Howard na hora do chute. Aos 30, porém, o Fabuloso conseguiu empatar. Depois de Robinho desviar cruzamento no travessão, o centroavante apareceu na pequena área para igualar o marcador.

O gol que selou o tricampeonato do Brasil nas Confederações surgiu aos 40 minutos. Elano bateu escanteio da direita e encontrou a cabeça de Lúcio, que finalizou com força para fechar a partida.

 

ESPANHA VENCE OS DONOS DA CASA E FICA EM 3º NA COMPETIÇÃO

Espanha comemora

Jogadores comemoram a virada contra os africanos

Quase. Foi isto que separou o técnico brasileiro Joel Santana do terceiro lugar na Copa das Confederações de 2009. Jogando em casa, a África do Sul conquistou um empate heróico no tempo regulamentar por 2 a 2 contra a poderosa Espanha, mas sofreu um gol na prorrogação e ficou apenas na quarta posição do torneio.

Joel Santana ficou no quase

Após um primeiro tempo morno, Katlego Mphela, que começou a partida no banco de reservas, abriu o placar para os Bafana Bafana aos 28 minutos da segunda etapa, após uma desatenção da defesa espanhola. Mas Daniel Güiza marcou aos 42 e 44 e fez o estádio Royal Bafokeng calar por quatro minutos.
Isto porque aos 48 minutos, o mesmo Mphela cobrou falta no canto de Cassilas e garantiu o empate para os anfitriões no tempo regulamentar, o que levou o jogo para a prorrogação.
No tempo extra, a África até teve boas chances teve boas chances, mas acabou sofrendo 3 a 2 em uma falta batida pelo volante espanhol Xabi Alonso, que colocou no canto esquerdo do jovem goleiro Khune, que foi atrapalhado por Llorente, que fez o movimento da cabeçada, sem tocar na bola.

Fonte: esporte.ig.com.br

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