INTERNACIONAL

INTERNACIONAL  (INTERNACIONAL) escrito em quinta 27 novembro 2008 02:02

COPA SUL-AMERICANA 2008:

INTER BATE O ESTUDIANTES E DÁ PASSO IMPORTANTE PARA O TÍTULO INÉDITO

 Alex comemora o gol de pênalti

Alex marcou de pênalti

O Inter pegou a mania de se alimentar de títulos continentais e agora tem a faca e o queijo nas mãos para engordar sua coleção de canecos gringos. Guerreiro, o time colorado superou a expulsão precoce de Guiñazu e bateu o Estudiantes por 1 a 0 no estádio Ciudad de La Plata na noite desta quarta-feira. O triunfo no primeiro jogo da decisão deixa a equipe gaúcha em vias de ganhar a Copa Sul-Americana. Se for confirmado, será sua quinta taça estrangeira em três anos.
Alex, ainda no primeiro tempo, marcou de pênalti o gol vermelho. O resultado quebrou uma invencibilidade de 43 partidas do Estudiantes em casa. É a quinta vitória consecutiva do Inter na Sul-Americana, competição que ainda não foi conquistada por brasileiros.
Com o resultado, a equipe de Tite joga até por empate no jogo da volta, na quarta da semana que vem, em um Beira-Rio entupido por 50 mil torcedores. 

Um Guiñazu substituído por dez

Aos 24 minutos do primeiro, a esperança colorada de vitória em La Plata recebeu uma punhalada. Pareceu uma tragédia quando o árbitro Carlos Amarilla levantou o cartão amarelo, puxou o vermelho e o apresentou a Guiñazu, que fizera falta em Verón. Justamente a Guiñazu...

Com um quarto de jogo, o Inter perdia sua referência, seu símbolo de raça. Mas aí aconteceu um fenômeno estranho. Quando Guiñazu saiu de campo, Alex virou Guiñazu, Magrão virou Guiñazu, Nilmar virou Guiñazu, Álvaro virou Guiñazu. Em vez de um “loco”, o time colorado passou a ter dez. Só faltou um corte moicano coletivo. Na base da raça, da superação, da entrega por cada bola, os gaúchos anularam a inferioridade numérica.
Alex, nenhuma novidade, jogou uma enormidade. Quando o Inter ficou com dez jogadores, ele teve que recuar para fechar o meio. Mesmo assim, acertou tudo que tentou. Inclusive o pênalti. E duas vezes.

Aos 33 minutos, D’Alessandro lançou Nilmar. O atacante, com a velocidade de uma Ferrari, passou reto por Desábato, que só pôde derrubá-lo. A penalidade foi cobrada por Alex. Na primeira vez, houve invasão de área, e Amarilla mandou bater de novo. Na segunda, o canhotinho fez: 1 a 0.
O Inter e seus dez Guiñazus poderia ter ampliado. D’Alessandro cobrou falta na trave aos 37. Pouco depois, Alex açucarou a bola para Nilmar, que recebeu livre, na cara do goleiro. A arbitragem, equivocadamente, viu impedimento.
O Estudiantes, apesar da derrota com um atleta a mais, não foi um oponente frágil. A equipe de Leonardo Astrada deu seus sustos no Inter, especialmente em jogadas de bola parada. Lauro foi impecável ao intervir nos cruzamentos. Edinho, Álvaro e até Alex mandaram bem na disputa aérea com os argentinos. O maior pecado do time da casa foi o abuso nos erros de passe, defeito aumentado pela forte marcação vermelha.

Adversário controlado

Nada mais natural do que o Estudiantes voltar faminto no segundo tempo. Os argentinos se viram obrigados a pressionar. Mas não conseguiram impor um ritmo suficientemente forte para abalar o Colorado. Chutes por cima de Salgueiro e Verón foram as principais chances do oponente gaúcho. O Inter, fechadinho na defesa, tentou aproveitar os contra-ataques. Nilmar recebeu lançamento em profundidade de D’Alessandro e não chegou antes do goleiro por uma fração de segundo.
Astrada mandou o time ao ataque. Chegou a tirar um zagueiro, Alayes, para colocar o centroavante Calderón. As investidas argentinas ao ataque viraram desespero, na base do balão. E sem sucesso. Novamente sólido na defesa, o Inter conseguiu segurar o resultado.

No contra-ataque, ainda teve tempo para mais uma boa chance colorada. Aos 37, D'Alessandro deu toque para Magrão por cima da zaga. Na área e com pouco ângulo, o volante bateu cruzado, rasteiro. Andujar pegou em dois tempos. Mas tempo foi o que falou para o Estudiantes virar o placar.

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INTERNACIONAL  (INTERNACIONAL) escrito em terça 25 novembro 2008 22:51

LIBERTADORES 2009:

SPORT ENCARA NADA MAIS NADA MENOS QUE A ATUAL CAMPEÃ, LDU

Leão na altitude

A Conmebol sorteou nesta terça-feira os oito grupos da Libertadores de 2009, mesmo sem a definição de todas as equipes que irão participar. A próxima edição será a de número 50 do principal torneio interclubes das Américas.

Dos brasileiros, além do Sport, que conquistou a Copa do Brasil, e que compõe o grupo da LDU, atual campeão da Libertadores, o São Paulo também está garantido na competição, já que, no mínimo, será vice-campeão brasileiro.

A posição "Brasil 1" é reservada ao campeão brasileiro; a posição "Brasil 3" será dada ao vice-campeão do Brasileirão; a "Brasil 4" e "Brasil 5" são as vagas do 3º e 4º colocados no torneio nacional, respectivamente.

Além da LDU, o Sport poderá enfrentar outro brasileiro em sua chave. Isso porque o vencedor do G5, da primeira fase, que é o duelo entre "Brasil 5" e "Bolívia3", entrará no grupo dos pernambucanos.

Brasil e Argentina terão cinco representantes cada. O Equador terá quatro, justamente por ter a equipe campeã. Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Uruguai, Venezuela e México, três.

O Peru ainda não sabe se poderá ter equipes na competição devido um conflito entre a Federação de Futebol local e o governo peruano. A Fifa e a Conmebol, então, decidiram suspender temporariamente a seleção e os clubes do país, que deve perder as três vagas no torneio. A decisão final sai no dia 15 de dezembro. Por isso, no sorteio, essas três posições ficaram vagas.

 
A Nike aproveitou o sorteio para divulgar a nova bola da Libertadores

Veja abaixo a disposição das chaves e os jogos da primeira fase:

Primeira fase
G1 - Colômbia 3 x Peñarol (Uruguai)
G2 - Argentina 5 x Posição vaga 3
G3 - Equador 4 x Paraguai 3
G4 - Equador 3 x Dep. Anzoátegui (Venezuela)
G5 - Brasil 5 x Bolívia 3
G6 - México 3 x Universidad do Chile (Chile)

Fase de grupos


Grupo 1
LDU (Equador)
Chile 2
Sport (Brasil)
Vencedor do G5

Grupo 2
Argentina 3
Paraguai 2
Dep. Táchira (Venezuela)
Vencedor do G4

Grupo 3
River Plate (Argentina)
Nacional (Uruguai)
Posição vaga 2
Vencedor do G3

Grupo 4
Brasil 1
Defensor Sporting (Uruguai)
Colômbia 2
Vencedor do G1

Grupo 5
Brasil 3
Universitário de Sucre (Bolívia)
Equador 2
Vencedor do G2

Grupo 6
Lanús (Argentina)
Everton (Chile)
Caracas (Venezuela)
México 2

Grupo 7
Brasil 4
Aurora (Bolívia)
Boyacá Chicó (Colômbia)
Vencedor do G6

Grupo 8
Argentina 4
Libertad (Paraguai)
Posição vaga 1
San Luis Potosi (México)

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INTERNACIONAL  (INTERNACIONAL) escrito em domingo 23 novembro 2008 14:07

FUTEBOL INTERNACIONAL:

BRASILEIROS QUE SE DESTACARAM PELO MUNDO NESTE FIM DE SEMANA

ITALIANO:

AP

Ronaldinho e Pato marcam pelo Milan no empate de 2 a 2 contra o Torino

 Rubinho teve boa atuação, mas falhou no gol do Lazio

Goleiro Rubinho, do Genoa, apesar da falha, fez boa partida diante da Lazio que terminou empatado em 1 a 1!

INGLÊS:

 Diego comemora gol de falta

Diego marca para o Werder, mas equipe perde de 2 a 1 para o Hamburgo

FRANCÊS:

Pernambucano Juninho perde a cabeça

Ele entrou aos 15 minutos do segundo tempo e, 17 minutos depois, recebeu o cartão vermelho por ter feito falta violenta em um adversário.
Ao deixar o campo, Juninho Pernambucano estava transtornado. Gritando e gesticulando muito, foi flagrado pelas câmeras de televisão utilizando uma maneira pouco educada para entrar na parte reservada dos vestiários. Com o pé direito, ele chutou a porta de acesso, enquanto funcionários do estádio Parc des Princes olhavam assustados. O Lyon perdeu por 1 a 0 para o rival PSG!

 

ESPORTE RADICAL:

BOB BUNRQUIST LEVA O OURO NA MEGARAMPA

Brasileiro se superou e levou dois troféus para casa

Bob Burnquist passou o ano inteiro se concentrando na idéia de trazer a MegaRampa para a América do Sul pela primeira vez. Neste domingo, diante de 8 mil torcedores que gritavam seu nome sem parar, no sambódromo de São Paulo, o skatista foi recompensado por seu esforço. Campeão mundial de 2000 e único brasileiro na final, Bob voou alto na pista gigante e acrescentou mais dois títulos em seu longo currículo. Além de vencer a competição, ainda levou a melhor no desafio de manobras.

Para ficar com o ouro na final, Bob lançou mão de sua maior característica: as manobras de base trocada. Mostrou que valeu o investimento de construir uma megarrampa em sua casa, na cidade americana de San Diego.
Neste domingo, em São Paulo, o maior medo dos skatistas era com o céu. No sábado, a chuva atrapalhou a programação e deixou a pista mais perigosa. Mas nem os skatistas nem o público precisaram se preocupar. Com céu aberto, os 8 mil lugares no sambódromo estavam ocupados. E a torcida era para apenas um skatista: Bob Burnquist.

 Bob divide a rampa com uma passista

Bob dividiu a pista da rampa com passista

Na primeira tentativa, Bob atingiu 67km por hora na descida de 27m, equivalente a um prédio de 9 andares. Passou pelo vão de 20m e, com o impulso, foi a 5m de altura no quarter, que tem 8m. Ganhou nota 83,33.
- Minha intenção era acertar a primeira volta. Fiquei muito feliz de ter voltado - diz Bob.

Na segunda volta, porém, o austríaco Jake Brown assumiu a ponta. Logo depois, o americano Andy Macdonald voou para a primeira colocação. Bob permanecia em segundo, e precisava de uma apresentação impecável para virar. Na penúltima tentativa, o brasileiro enfim conseguiu o que queria.

- Estou muito feliz. Consegui duas voltas boas. Está todo mundo se divertindo – dizia Bob, momentos antes da última tentativa.

Bob não conseguiu segurar o skate na última volta. Ainda assim levou o título, deixando Andy e Jake para trás, para a alegria da torcida.

- Fiquei com um pouco medo porque eu não estava conseguindo acertar as manobras técnicas.

 

TÊNIS:

APÓS BATALHA DE 4h, ESPANHA FATURA O TRI NA COPA DAVIS

A pose dos tri-campeões

Pela primeira vez em sua história, a Espanha conquistou um título da Copa Davis fora de casa. Neste domingo, a equipe capitaneada por Emilio Sanchez Vicário garantiu o terceiro pontos sobre a Argentina na quadra do clube Islas Malvinas, em Mar del Plata, e assegurou o troféu.

Este é o terceiro título espanhol na Davis. Em cinco finais disputadas anteriormente, os europeus foram campeões em 2000 e 2004 superando, respectivamente, Austrália e Estados Unidos.
O ponto decisivo dos espanhóis foi conquistado por Fernando Verdasco, que superou Jose Acasuso por 3 sets a 1, parciais de 6/3, 6/7 (3-7), 4/6, 6/3 e 6/1, no primeiro jogo de simples deste domingo. Meramente para cumprir tabela o quinto jogo, se for realizado será entre o argentino David Nalbandian e Feliciano Lopez.
Anunciado para o jogo apenas 30 minutos antes do início do confronto, Verdasco demonstrou boa recuperação depois do duelo de duplas na véspera e quebrou o serviço de Acasuso já no terceiro game. O argentino ainda tentou a reação, mas foi vencido por fáceis 6/3 na parcial. No segundo set, Acasuso voltou com mais disposição e abriu 3/0. Verdasco teve uma chance de quebra no quinto game, mas o local conseguiu confirmar seu saque.

Mesmo com a pressão da torcida, o espanhol devolveu a quebra no game seguinte e voltou para o jogo. Com mais uma quebra em favor do visitante o confronto chegou ao empate em 5/5 e foi mesmo para o desempate. No tiebreak Acasuso soube tirar vantagem do jogo no fundo de quadra, forçando as falhas de Verdasco para fechar em 7/6 (7-3).
Na parcial seguinte, o domínio argentino foi ainda mais evidente. Sacando bem e com muita agressividade, Acasuso não deu chances a Verdasco, que caiu vencido por 6/4 com um ace decisivo no décimo game.
Verdasco foi buscar a reação no quarto set para desespero da torcida, que foi chamada atenção várias vezes por causa do barulho. Melhor no serviço, o espanhol chegou a 5/2. Acasuso confirmou seu saque no game seguinte e deixou a decisão nas mãos de Verdasco, sacando para igualar o jogo com 6/3 na parcial.
O quinto e decisivo set começou com Acasuso recebendo massagem na barriga. Se o sul-americano dava sinais de problemas, Verdasco esbanjava disposição e conseguiu duas quebras nos primeiros games para abrir 3/0 na parcial. Acasuso reverteu uma desvantagem de 30-0 e esteve próximo de quebrar o adversário, mas uma devolução na rede permitiu a Verdasco confirmar seu serviço.
Acasuso confirmou seu primeiro serviço apenas no quinto game, mas entregou o ouro, devolvendo na rede no saque de Verdasco, que ficou a apenas um game de definir a partida. O argentino conseguiu salvar dois match points, mas no terceiro uma devolução certeira no meio da quadra definiu a partida.
A Espanha chegou a Mar del Plata tendo os anfitriões como favoritos após o anúncio de que Rafael Nadal, número 1 do mundo, não poderia participar do torneio. Com o apoio da torcida, que lotou a arena todos os dias, os argentinos começaram bem na melhor-de-cinco com vitória de Nalbandian sobre David Ferrer.
No final da tarde, contudo, teve início o revés. Juan Martin del Potro, que já estava jogando com infiltração no pé para agüentar um problema nas unhas, foi superado por Lopez e ainda deixou a quadra com uma contratura na coxa direita.
No sábado, o capitão Mancini teve de mudar sua estratégia escalando Nalbandian para jogar com Agustin Calleri contra Lopez e Verdasco, que levaram a melhor, colocando a Espanha na dianteira. Agora, o algoz de Acasuso pode comemorar com a sua namorada Ana Ivanovic, a bela sérvia número 2 do mundo.

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INTERNACIONAL  (INTERNACIONAL) escrito em quinta 20 novembro 2008 16:17

AMISTOSOS DA SELEÇÃO:

LUÍS FABIANO ROUBA A CENA E BRASIL ATROPELA PORTUGAL

Luís Fabiano e Kaká foram os grandes destaque da partida

Se antes de a bola começar a rolar para Brasil e Portugal nesta quarta-feira, na cidade-satélite do Gama, no Distrito Federal, a expectativa era pelo duelo entre o atual melhor do mundo, Kaká, e o provável futuro, Cristiano Ronaldo, ao final do jogo outro nome foi reverenciado por todos no Bezerrão: Luís Fabiano.

O atacante do Sevilla marcou três gols na impressionante virada brasileira para cima de Portugal por 6 a 2 e deixou o campo ovacionado aos 23 minutos do segundo tempo, quando foi substituído pelo “Imperador” Adriano.

De quebra, ajudou a equipe de Dunga a acabar com dois incômodos jejuns: o de não marcar gols no país, que já durava três partidas (Argentina, Bolívia e Colômbia) e o de não vencer os portugueses, que incomodava os brasileiros desde 1989.
Completaram a goleada o lateral-direito Maicon, da Inter de Milão, o meio-campista Elano, do Manchester City, e Adriano, da Inter de Milão. Para Portugal, marcaram o meia Danny, logo aos cinco minutos de jogo, e o atacante Simão Sabrosa, no segundo tempo.
Depois de encerrar o ano em paz com o torcedor, fica a expectativa para o primeiro amistoso da equipe em 2009, marcado para o Emirates Stadium, casa do Arsenal, em Londres, diante da Itália, atual campeã mundial.
A CBF garante que Dunga será mantido até lá, apesar de especulações apontarem para a presença do são-paulino Muricy Ramalho no comando antes mesmo da virada do ano. Depois da boa exibição desta quarta, o atual comandante deverá ganhar um pouco mais de sossego para permanecer no cargo e seguir sua caminhada para levar o Brasil à Copa de 2010. O próximo compromisso pelas Eliminatórias será em março, diante do Equador.

O jogo
O pontapé inicial dado por Pelé, o homenageado da noite no estádio Bezerrão pelo 39º aniversário de seu milésimo gol, parece ter inspirado o homem responsável por marcar os gols da equipe: Luís Fabiano.
O primeiro gol do jogo, no entanto, foi dos visitantes. Deco cobrou escanteio da esquerda, a zaga brasileira não cortou e a bola sobrou para o zagueiro Bruno Alves, que chutou forte. No meio do caminho, Danny, do Zenit, da Rússia, desviou “de letra” e abriu o placar logo aos cinco minutos: 1 a 0.
Quando tudo levava a crer que os visitantes poderiam complicar a vida do Brasil, o zagueiro Pepe, naturalizado português, mostrou que ainda tem sangue verde e amarelo correndo em suas veias e “ajudou” a equipe de Dunga.
Pressionado por Robinho, o zagueiro do Real Madrid entregou o ouro para o atacante do Machester City cruzar com perfeição para Luis Fabiano, com calma, dominar, empatar a partida e acabar com um jejum de três partidas da seleção sem balançar as redes em jogos disputados no Brasil: 1 a 1, aos nove minutos.
Reequilibrado, o Brasil passou a jogar melhor e chegou à virada aos 25. Kaká fez grande jogada pela direita, prendeu a bola e cruzou para trás. Luís Fabiano, bem colocado, fez o giro e bateu forte, sem chances para Quim: 2 a 1. Kaká ainda desperdiçou boa chance para ampliar antes da descida para os vestiários, mas o placar parcial ficou mesmo 2 a 1.

Massacre
Na volta para o segundo tempo, Cristiano Ronaldo, que levou a pior em uma dividida com Elano ainda na etapa inicial, não conseguiu fazer jus ao rótulo de favorito ao título de melhor jogador do ano e seguiu produzindo pouco.
Quem seguiu produzindo muito foi Luís Fabiano. Aos dez minutos, o atacante participou de linha de passe de alto nível junto com Elano e Robinho e serviu para a chegada do lateral-direito Maicon, que encheu o pé e aumentou: 3 a 1, para delírio dos torcedores.
O que já era alegria virou êxtase dois minutos depois. Maicon chegou ao fundo e cruzou para Robinho, que fez o giro e bateu forte. Quim rebateu nos pés de Luís Fabiano, que estufou as redes pela terceira vez na noite e transformou a virada em goleada: 4 a 1.
Simão Sabrosa, em nova falha da defesa, chegou a fazer 4 a 2 e diminuir o vexame, mas Elano, em um lindo chute quase sem ângulo marcou o quinto gol e fechou com chave de ouro o ano da seleção brasileira.
Ovacionado, Luís Fabiano deixou o campo para a entrada do “Imperador” Adriano, que lutou muito e deixou sua marca, de cabeça, fechando o massacre: 6 a 2.
Cristiano Ronaldo, por sua vez, saiu em baixa: discutiu com Marcelo e levou cartão amarelo do árbitro, ao som das vaias do torcedor do Distrito Federal.

 

ARGENTINA INICIA ´´ERA MARADONA`` COM VITÓRIA SIMPLES

Maradona compenetrado? E a irreverência?

O ex-jogador Diego Armando Maradona estreou com o pé direito em sua nova profissão nesta quarta-feira e, no comando da seleção argentina, venceu a Escócia por 1 a 0 em amistoso disputado em Glasgow. Sem dificuldades, o time sul-americano contou com gol de Maxi Rodriguez para deixar boa impressão, apesar do tímido placar, no início da ‘Era Maradona’.

Depois de fazer mistério durante os treinamentos da semana, Maradona escalou uma equipe sem grandes surpresas para o amistoso. Sem contar com Messi e Riquelme, poupados da convocação, o ex-jogador definiu a escalação ao lado de Carlos Bilardo e Mancuso com: Carrizo; Zanetti, Demichelis, Heinze e Papa; Maxi Rodríguez, Gago, Mascherano e Gutiérrez; Lavezzi e Tevez.
A formação começou pressionando a Escócia e, logo aos 4 minutos, o capitão Mascherano finalizou forte de fora da área, obrigando o goleiro McGregor a fazer grande defesa. Aos 7, Maxi Rodriguez acabou com a ansiedade do treinador e abriu o placar na Escócia.
Em rápida jogada, o ex-corintiano Carlito Tevez carregou a bola pelo campo de ataque, invadiu a área e passou para Gutiérrez. O meia passou de primeira para Maxi, que precisou apenas bater na saída de McGregor. No banco de reservas, Maradona foi surpreendido pelo tento, mas se levantou para comemorar.
E se a postura apreensiva do ex-craque no banco de reservas contrasta muito com a que era apresentada nas arquibancadas como torcedor, a seleção argentina também mudou. No restante do amistoso, o time mostrou agilidade e bom passe de bola, embora não tenha criado muitas oportunidades reais de gol, deixando para trás as apáticas apresentações das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
No final da primeira etapa, a seleção escocesa chegou a pressionar, mas pouco exigiu do goleiro Carrizo e não conseguiu evitar a derrota diante de sua torcida. O segundo tempo serviu para Maradona e sua comissão técnica testarem alternativas: Daniel Díaz, Luis Gonzáles e Germán Denis deixaram o banco de reservas.
Maradona venceu em sua estréia como treinador, mas por pouco não teve de abortar sua participação. Horas antes do confronto, o ex-jogador revelou que cogitou não participar do jogo para visitar sua filha Giannina, que está internada em um hospital de Madri, na Espanha. Ela teve complicações na gravidez de seis meses e, por conta disso, acabou liberando o pai da criança, o atacante Sérgio Aguero, para viajar ao local.

 

COPA SUL-AMERICANA 2008:

INTERNACIONAL É O PRIMEIRO FINALISTA BRASILEIRO NA HISTÓRIA DA COMPETIÇÃO

Nilmar DAlessandro comemoração Internacional Chivas

Nilmar e D´Alessandro foram destaque

O nome é Sport Club Internacional, mas se quiser chamar de Brasil nas duas próximas semanas, sem problema. É com tons de vermelho e branco que o futebol verde-amarelo chega pela primeira vez à final de uma Copa Sul-Americana. O feito inédito é mérito do Colorado, que fez 4 a 0 no Chivas Guadalajara na noite desta quarta-feira, em um Beira-Rio eufórico, e cravou presença na decisão.

O resultado foi quase uma formalidade, já que a classificação estava encaminhada desde a semana passada, com a vitória de 2 a 0 no Jalisco. Esta noite, sem Alex, o brilho ficou concentrado em D'Alessandro e Nilmar, com dois gols cada, e Guiñazu, sempre onipresente. Agora, basta esperar o oponente na final. Será o Argentinos Juniors, de Buenos Aires, ou o Estudiantes, de La Plata. Os "hermanos" empataram o primeiro jogo por 1 a 1. O reencontro é nesta quinta-feira.

A decisão começa já na semana que vem, com o primeiro duelo na Argentina. Antes, o Inter recebe o Fluminense pelo Campeonato Brasileiro. É domingo, com time reserva.

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INTERNACIONAL  (INTERNACIONAL) escrito em sexta 14 novembro 2008 02:04

SUL-AMERICANA 2008:

ARGENTINOS JUNIORS E ESTUDIANTES EMPATAM EM PRIMEIRO JOGO

Argentinos 1 x 1 Estudiantes

Argentinos Juniors e Estudiantes se enfrentaram no Estádio Diego Armando Maradona, nesta quinta-feira, e não houve vencedor. No jogo de ida pela semifinal da Copa Sul-Americana, as equipes empataram em 1 a 1, o que dá a vantagem ao Estudiantes no jogo de volta.

Como empatou marcando um gol na casa do adversário, o Estuadiantes tem a vantagem de empatar por 0 a 0 em casa para se classificar. Um novo 1 a 1 em La Plata, no próximo dia 20, leva a decisão para os pênaltis. Quem vencer fica com a vaga. Deste confronto sai o adversário de Inter e Chivas (no primeiro jogo, no México, vitória colorada por 2 a 0).

O jogo

Aconteceu um gol em cada tempo na partida. Aos 26 do primeiro, Alayes aproveitou cobrança de escanteio da esquerda e cabeceou forte. A bola bateu no travessão, no calcanhar do goleiro Torrico e entrou. No segundo, outro gol de bola parada. Após cobrança de falta da direita, Mercier subiu livre na marca do pênalti e de cabeça mandou para o fundo do gol do Estudiantes.

Os dois times perderam jogadores por expulsão. Desabato, do Estudiantes, foi para o chuveiro mais cedo, aos 28. Sabia, aos 43, recebeu o vermelho e deixou tudo igual também no número de jogadores.

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